Mosquitos

Existem cerca de 2500 espécies de mosquitos, muitas das quais podem transmitir graves doenças ao homem e a outros animais. As fêmeas alimentam-se de sangue o que faz dos mosquitos grandes vetores de doenças no mundo, tais como: malária, dengue, leishmaniose, febre amarela, etc. As espécies mais encontradas em ambientes urbanos são: Culex quinquefasciatus (pernilongo comum) e o Aedes aegypti (transmissor da dengue, Zika, Chicungunya e febre amarela). As condições ideais para a sobrevivência dos mosquitos é a falta de saneamento básico e a existência de água parada para sua proliferação.

Os mosquitos se reproduzem em grande quantidade e muito rapidamente. Uma fêmea pode colocar até 200 ovos por vez e estes rapidamente tornam-se adultos.

  • Mosquito da Dengue, Zika e Chicungunya – Aedes aegypti
    São de tamanho menor que o pernilongo comum. Apresentam coloração escura e riscos brancos no dorso, cabeça e pernas. É o mosquito mais associado ao homem. Procuram abrigo nos domicílios e terrenos ao redor. Utilizam na maioria das vezes os recipientes artificiais que acumulam água para depositar seus ovos e iniciar seu ciclo de vida. Os ovos são fixados acima do nível da água e resistem a dessecação por longo período de tempo. Ele é o principal vetor da dengue e da febre amarela urbana. Para controlar de forma efetiva a população de mosquitos, é necessária a eliminação de focos e utilização de larvicidas e inseticidas adequados para reduzir a infestação. O combate a este mosquito é tarefa de toda a sociedade.
  • Pernilongo – Culex quinquefasciatus
    É muito comum encontrar espécies de Culex em cidades, sendo vetor de algumas doenças, entre elas a filariose, conhecida popularmente como elefantíase (veja foto abaixo).mosquitos-interna

Por ser um inseto voador, o combate aos mosquitos torna-se complexo, devendo ser realizado apenas por uma empresa especializada e experiente.

O controle adequado para este vetor passa necessariamente por três etapas importantes: controle larvar, controle espacial e controle de superfície.

  • CONTROLE LARVAR – Essa é uma etapa fundamental no controle de mosquitos e deve receber o grau de atenção merecido. O controle larvar consiste basicamente em tratar os criadouros em potencial (calhas, caixas d’água, plantas etc) com biolarvicidas, impedindo que as larvas transformem-se em mosquitos adultos.
  • CONTROLE ESPACIAL – Tratamento através de equipamento próprio (FOG, também conhecido como FUMACÊ) onde micropartículas de inseticida são dispersas no ambiente externo. Essa etapa tem como principal objetivo matar o mosquito adulto durante o vôo.
  • CONTROLE DE SUPERFÍCIE – Essa técnica é realizada por equipamento próprio (atomizador) onde superfícies de pouso do mosquito são impregnadas com produto de característica residual. O objetivo é atingir o mosquito no momento do pouso.


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