Mês de setembro: Época de revoada de cupins

cupins

Muito se fala naqueles insetos voadores, popularmente conhecidos como aleluias (siris), que entram nas residências em busca de locais úmidos para se abrigar em madeira e quaisquer outros materiais que contenham celulose como fonte de alimentação.

De acordo com a bióloga e responsável técnica, Vera Cavalcanti, da Controlar – Controle de Pragas, os cupins são insetos sociais que vivem em colônias e podem causar sérios prejuízos de ordem econômica, como: destruição de estruturas residenciais, mobiliários, construção civil de maneira geral, agricultura, parques, acervos culturais, obras de arte etc.

“Geralmente, a revoada – saída dos indivíduos alados para função de reprodução- dá-se na primavera. A revoada ocorre geralmente ao final de tardes quentes, quando se aglomeram em torno de pontos luminosos. Este é um indício de que há colônias de cupins próximas” – declarou a bióloga.

Existem diferentes espécies existentes no Brasil. Dentre as principais espécies, representantes desses grupos, estão os cupins de madeira seca, que formam colônias pequenas, geralmente restritas a peça infestada, onde são observados os sinais externos do ataque e presença de grânulos fecais que se acumulam ao redor da mesma. O consumo da peça, dá-se de dentro para fora . Aparecem na superfície pequenos orifícios por onde são eliminados os grânulos e de onde também podem sair os indivíduos alados em época de revoadas, para função reprodutiva. Atacam geralmente móveis, batentes de portas e janelas, rodapés, forros etc.

Já a espécie de cupim subterrâneo ou de solo, causadores de extensos danos, formam colônias grandes, com ninhos construídos no solo, em locais ocultos, sob a superfície, ou podem construir ninhos sem nenhum contato com o solo, em “caixões perdidos” ou vãos estruturais. Passam de um local para outro utilizando-se de túneis que constroem com suas próprias fezes, partículas de solo e saliva.

Existe ainda uma terceira espécie, popularmente conhecida por cupins arbóreos, disseminado em várias regiões do país. Esse tipo de praga, causa prejuízos, especialmente, em edificações localizadas próximas as áreas de vegetação nativa.

Controle e Medidas preventivas

O controle de cupins é feito através da construção de barreiras químicas, com perfuração e injeção de produto líquido em todo perímetro do local infestado, e tratamento de peças infestadas também com injeção de inseticida líquido.

Para a bióloga, existem algumas medidas importantes para prevenção. Evitar estocagem inadequada de madeira e seus derivados, principalmente em locais úmidos, fazer a vistoria periodicamente em estruturas de madeira a fim de detectar possíveis infestações, destruir madeiras infestadas e evitar técnicas de construção que favoreçam a proliferação de cupins, como rebaixamento de tetos, enterro de entulhos e vãos livres, são fatores importantes de prevenção.

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