Fumacê em condomínios da Barra da Tijuca, Recreio e Jacarepaguá se torna rotina entre os moradores

Fumacê Rio de Janeiro

Aplicação de fumacê em condomínios dos bairros da Barra da Tijuca, Recreio e Jacarepaguá se torna rotina entre os moradores

As regiões da zona oeste preocupam as autoridades. Em janeiro deste ano, por exemplo, foram 293 casos registrados de dengue na região da chamada Área Programática 4 (AP4), que abrange Barra, Recreio, Jacarepaguá e Vargens, o maior índice de toda a cidade. Para moradores da região, o grande número de terrenos baldios e casas vazias nos bairros dificulta a luta contra o Aedes aegypti.

De acordo com o diretor técnico da Associação Brasileira de Controle de Vetores e Pragas – ABCVP, Marcelo Cunha, o principal entrave no combate ao Aedes no Recreio, Barra e adjacências, é o fato de os ovos do mosquito poderem sobreviver por até um ano, mesmo sem receber água. Isso explicaria o fenômeno ocorrido na AP4, que teve só 12 registros de dengue em janeiro do ano passado e 293 um ano depois.

O diretor técnico ressalta que é necessário o uso do fumacê e de métodos para matar o mosquito adulto. Só visitar os imóveis não resolve.

Para Helio Ignácio da Rosa, morador do Recreio, esse tipo de ação colaborou bastante para a diminuição de mosquitos – “Deixamos todas as janelas abertas, quando estão aplicando o fumacê, para que entre em casa também. Acho totalmente válido esse trabalho para diminuição dos casos de dengue na região”.

Como funciona o fumacê

De acordo com a Sócia diretora da Controlar, Juliana Cavalcanti, o fumacê age apenas na fase adulta do mosquito e possui ação bastante pontual, ou seja, age em torno de até 20 minutos contados da sua aplicação. Quando aquela fumaça dissipa, não há mais produto agindo contra os mosquitos. Por isso é muito importante realizar junto com o fumacê o controle larvar, ou seja, eliminando os criadouros. Além disso, a aplicação do fumacê no início da manhã e da tarde possui mais eficácia.

“Geralmente, indicamos ao menos duas aplicações semanais. Mas, isso varia conforme a localidade e nível de infestação” – declarou Juliana.

A sócia diretora ainda alerta que o produto tem ação tóxica e deve ser utilizado com a devida precaução. Contudo, os riscos são maiores quando há uma exposição contínua do indivíduo ou animal.

“A venda do inseticida é controlada, são produtos de venda exclusiva para empresas e entidades especializadas. Essa é uma forma de evitar o uso indiscriminado e, principalmente, proteger pessoas e meio ambiente – finalizou a diretora da Controlar.

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