Praga destrói lavouras de soja, milho e algodão por todo o Brasil

No oeste da Bahia, em uma região de cerrado que engloba municípios como Barreiras, São Desidério e Luiz Eduardo Magalhães, as terras são de grandes planícies, com centenas de fazendas modernas, mecanizadas, que cultivam de tudo.

O algodão é um dos principais produtos. As lavouras se espalham por 147 propriedades e 260 mil hectares. Porém, uma nova praga, uma lagarta (helicoverpa armígera), que cresce rapidamente, multiplica-se com velocidade e se alimenta de maneira voraz, vem trazendo prejuízos enorme para os agricultores que chegam a perder toda a produção de algodão.
Esse tipo de praga se alimenta do botão floral, a planta não desenvolve as flores e sem flores, não forma o algodão.

O problema se repete em todo o oeste da Bahia, mas a intensidade dos ataques varia bastante de uma fazenda para outra. Nas contas da Associação Baiana dos Produtores de Algodão, a helicoverpa deve provocar, nesta safra, uma queda na produção de cerca de 15%.

Além de atacar o algodão, a lagarta também tem provocado estragos em outras culturas do oeste baiano, como milho, soja, feijão e sorgo. Segundo as associações de produtores, os prejuízos na região já passam de R$ 1 bilhão.

Segundo pesquisadores da Embrapa, a helicoverpa armígera foi identificada recentemente no Brasil e um dos comportamentos que fazem dela uma praga tão perigosa é justamente a capacidade de se alimentar de tudo o que é tipo de lavoura.

Técnicos e autoridades não sabem ao certo quando a praga entrou no Brasil, muito menos como e porque isso ocorreu, apenas que a lagarta já se alastrou por vários estados do norte e nordeste do país.

Fonte: Globo.com

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