Laboratório libera 500 mil mosquitos transgênicos para combater dengue

No final de junho, foi inaugurado na cidade de Jacobina, na região noroeste da Bahia, o Laboratório de Emergência Monitoramento e Informações (LEMI), que será responsável por liberar semanalmente cerca de 500 mil mosquitos transgênicos do Aedes Aegypti.

A primeira liberação oficial ocorreu também no bairro Pedra Branca. Segundo a Moscamed, laboratório responsável pelo recebimento e envio de material de coleta e liberação dos mosquitos, o inseto transgênico não transmite a dengue.

De acordo com a empresa, o Projeto Aedes Transgênico (PAT) visa controlar a transmissão da doença produzindo linhagens de mosquitos geneticamente modificados que serão capazes de suprimir populações naturais do transmissor da doença. A Moscamed explicou ao G1 que a linhagem transgênica foi criada a partir da injeção de um novo gene em ovos de mosquito. E esses transgênicos são capazes de transmitir o gene para sua prole (filhos), e essa informação é capaz de matá-los.

Em 2011, cinco bairros da cidade de Juazeiro, no norte do estado, receberam o projeto. De acordo com a empresa, os bairros de Itaberaba e Mandacaru tiveram uma redução de 81% e 100%, respectivamente, no registro de casos de dengue. Nas outras três áreas ainda não há balanço.

O projeto e a metodologia foram desenvolvidos pela Moscamed sob orientação da professora da Universidade de São Paulo (USP), Margareth Capurro. Já o desenvolvimento do novo mosquito foi feito por uma empresa inglesa.A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) elaborou um regulamento específico para os rótulos de repelentes contra insetos. O objetivo da agência reguladora é deixar as informações mais claras para o consumidor.

Fonte: G1


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